O prémio destina-se a artistas com uma carreira individual curta e ainda não consagrada, sem restrições de idade. São elegíveis artistas de nacionalidade portuguesa, residentes ou não em Portugal, e artistas estrangeiros a residir no país. O valor do prémio destinado ao artista vencedor ascende a 20 mil euros, estando ainda prevista a atribuição de uma menção honrosa no valor de 5 mil euros a outro dos finalistas.
A iniciativa da Fundação EDP tem vindo a contribuir, de forma sistemática, para o estímulo a novas trajetórias no cenário artístico português, revelando-se fundamental para o início ou consolidações de notáveis percursos nacionais e internacionais. Dos vencedores, destacam-se Joana Vasconcelos, Leonor Antunes, Vasco Araújo, Carlos Bunga, André Romão, Gabriel Abrantes, Priscila Fernandes, Mariana Silva, Claire de Santa Coloma, Diana Policarpo, Adriana Proganó e, do concurso mais recente, Alice dos Reis.
As candidaturas, que poderão ser de artistas individuais ou coletivos, serão avaliadas por um júri de seleção composto por João Pinharanda, diretor do MAAT, Catarina Rosendo, historiadora de arte, e Eva Mendes, ilustradora. Caberá a este júri identificar e acompanhar entre 6 a 9 artistas finalistas, que integrarão uma exposição coletiva no MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia - em 2027. A atribuição do prémio ficará a cargo de um júri de premiação, constituído por Graça Morais, Pedro Cabrita Reis e Pedro Calapez.
As candidaturas decorrem de 16 de junho a 15 de julho e deverão ser submetidas através do preenchimento de uma Ficha de Candidatura disponível em www.fundacaoedp.pt. Mais informações estão disponíveis aqui.